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15 / out / 2020
Em encontro, vice-reitor fala sobre a experiência da UFMG na implantação das DCNs da engenharia

Discussão promovida pela Confederação Nacional da Indústria será realizada nesta sexta

Alessandro Fernandes: O ICA oferece três cursos de engenharia em Montes Claros. Imagem: Foca Lisboa/UFMG

A experiência da UFMG na implantação das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Engenharia será apresentada pelo vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira em encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira, 16, a partir das 10h.

“Pretendo mostrar como a UFMG, a Escola da Engenharia e o Instituto de Ciências Agrárias (ICA), que oferece três cursos de engenharia em Montes Claros, vêm construindo esse processo de implantação das novas DCNs. A UFMG tem projetos inovadores na área de educação e engenharia. Vou falar um pouco disso e também das normas acadêmicas da graduação, que foram muito importantes para ajudar os cursos a prepararem as suas diretrizes curriculares”, antecipa o vice-reitor, que dirigiu a Escola de Engenharia de 2014 a 2018 e vem- se dedicando nos últimos anos à área de educação em engenharia, com ênfase em inovação e empreendedorismo na formação do engenheiro.

Além de Alessandro Fernandes, participarão do evento a professora Andreia Malucelli, diretora da Escola Politécnica da PUC-PR, o professor Luiz Fernando Paullillo, diretor do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da UFSCar, e os arquitetos de produto Denny Hua Jong e Felipe Botta Tarallo, que trabalham na Whirlpool, empresa do ramo de eletrodomésticos detentora das marcas Brastemp e Consul.

Evolução
“As novas Diretrizes Curriculares Nacionais de Engenharia, homologadas em 2019, são consideradas uma evolução em relação às anteriores, instituídas em 2002. Elas são fruto de amplo processo de discussão”, afirma Alessandro Fernandes. Segundo o vice-reitor, elas trazem avanço para os projetos pedagógicos, pois propiciam uma visão de currículos mais focados no desenvolvimento de competências do que simplesmente em conteúdo.

“Essa é uma mudança importante: ela agrega mais flexibilidade ao currículo e permite uma adaptação talvez mais rápida do egresso de engenharia às demandas do mercado, ou mesmo [às demandas] das instituições de pesquisa”, explica o vice-reitor, que também indica, entre os avanços das novas diretrizes, o fomento à criação de formações complementares nos cursos de graduação e de sistemas de acompanhamento dos egressos.

A série
O ciclo de debates sobre as novas DCNs de Engenharia é organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge) e com os conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e Conselho Nacional de Educação (CNE). O encontro pode ser assistido no canal do YouTube da CNI: